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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Os Muçulmanos na Península Ibérica



Aqui está um resumo fantástico da matéria sobre a invasão dos muçulmanos. Foi escrito por um aluno, não da super-turma do 5º F, nem sequer de uma escola de Bragança. Mas poderia ter sido. E vai ser proximamente, estamos certos disso.

No ano de 711 no século VIII, os Árabes comandados por Tariq, vindos da Península da Arábia, chegam à Península Ibérica e começam a invadi-la:

* Por razões económicas para melhorar as suas condições de vida.

* Para expandir o Islamismo (Maomet foi o seu Profeta; Alá é o seu Deus; Corão é o seu Livro sagrado).

Encontram grande resistência, mas dominam-na quase na totalidade, com excepção de uma pequena zona a Norte, as Astúrias (em poder dos cristãos).
Os Árabes também conhecidos por Muçulmanos ou Mouros deixaram grandes vestígios da sua cultura aqui na Península Ibérica, que se encontram principalmente no Sul da Península Ibérica.

Eis alguns exemplos que aprendi na aula:

* As suas técnicas de irrigação: Nora, picota, açude;

* Novas culturas: laranjeira, limoeiro, amendoeira;

* Arte: azulejos; tapeçaria;

* Os seus conhecimentos científicos ( nas áreas da Matemática, Geografia, Astronomia, Medicina,…) foram muito divulgados;

* Construíram bibliotecas em Toledo e Córdova;

* Numeração em algarismos, com a introdução do Zero (0) e palavras de origem árabe como azeite, laranja, Algarve, algarismo, almocreve, almofada, alqueire,etc.

…Trabalho feito com o que aprendi numa aula de História e Geografia de Portugal.

Daniel nº10 5ºA
Escola Básica Integrada de Vila Cova
in Blogue Histórico 5º ano

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Romanização



Alturas há nas nossas vidas em que o melhor que temos a fazer é deixar falar os outros; ou porque aquilo que poderíamos dizer não corresponde à verdade dos factos, ou porque, muito simplesmente, já foi dito. E, muitas das vezes, melhor do que nós o faríamos. É o caso do blogue Os Romanos na Península Ibérica, o qual como o próprio nome indica trata das matérias relacionadas com a influência do Império Romano nas terras que são hoje pertença de Portugal e de Espanha.

Ao autor do blogue Doutor Paulo Heitlinger resta-nos agradecer o saber e a simplicidade dos seus textos. Seria um desperdício inqualificável não os ler. Aos alunos da super-turma do 5º F sobra-lhes o esforço (imaginem!) de clicar em cima das palavras que se vão seguir. Ah! Atenção: podem fazê-lo apenas nos temas pelos quais optarem e não precisam de seguir a ordem proposta. Sirvam-se à vontade:



Temas em análise:

- A Romanização da Península Ibérica;
- As letras romanas;
- Cultos e Religiões;
- Os mosaicos;
- Os balneários romanos;
- A salga do peixe;
- O garum e o vinho;
- Os legionários;
- As cidades romanas da Península Ibérica;
- As vias romanas e as pontes;
- As villas romanas;
- Os imperadores romanos;
- Glossário.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Península Ibérica - Iberos e Celtas














Como tens vindo a estudar, a Península Ibérica foi habitada desde tempos muito recuados. Vários povos, originários de outras regiões, aí chegaram e provocaram alterações no modo de viver dos seus habitantes. Entre eles podemos destacar dois grandes grupos: os Iberos e os Celtas.

Os Iberos, vindos provavelmente do Norte de África, fixaram-se a Sul e a Oriente. Eram morenos e de estatura média. Conheciam a agricultura e a pastorícia. Sabiam trabalhar o cobre e o bronze (liga feita de cobre e estanho).

Os Celtas, provenientes da Europa Central, chegaram depois dos Iberos. Fixaram-se no Noroeste, na zona costeira atlântica. Eram altos, louros e de pele clara. Já trabalhavam o ferro, o que lhes permitia possuir armas e instrumentos agrícolas mais fortes e duradouros do que os dos Iberos.

Povos aguerridos, instalaram-se no alto dos montes para melhor organizar a sua defesa.

A pouco e pouco, os Celtas foram-se misturando com os Iberos, dando origem aos Celtiberos. Organizaram-se em tribos (grandes grupos de famílias) que se guerreavam frequentemente.

Uma dessas tribos, a dos Lusitanos, habitava a região entre o rio Douro e o rio Tejo (a Lusitânia). Vivia também no alto dos montes, em castros, dedicando-se à agricultura, à pastorícia e à pilhagem das tribos inimigas.

Não se sabe se já conheciam a escrita. Da sua língua não restam vestígios no português actual, a não ser alguns nomes de terras.

Na gravura da esquerda podes ver um guerreiro celta, na da direita o povo celta.

Informação retirada do livro HGP - 5.º Ano, Texto Editores